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Nouvelle Vague
sábado, setembro 15, 2007
domingo, julho 22, 2007
quinta-feira, julho 19, 2007
sexta-feira, junho 22, 2007
quinta-feira, junho 21, 2007
So tell the girls that I am back in town...
Quatro estranhos entram no palco e o silêncio é pesado, até que alguém reconhce a figura loira e franzina de JJJ e as palmas começam...
O concerto teria sido irrepreensível se o técnico de som não tivesse começado tão mal. O grande auditório não estava cheio nem esgotado, mas as pessoas que estavam na sala eram verdadeiros apreciadores. E foi curioso como Jay Jay os foi conquistando, passando de um acolhimento tímido e frio para uma segunda ovação em pé, numa absoluta demonstração de prazer auditivo.
Pelo caminho ficámos a saber que a memória do sueco para a cronologia dos seus singles é matemática e que foi em Lisboa, a meio do seu último concerto, que descobriu que ía ser pai.
Um fio de músicas foi sendo desenrolado, de forma quase hipnótica. A voz de Johanson prendia o público, com o seu tom tão peculiar, tão pessoal. Uma figura por vezes surreal, mas com uma boa disposição e simplicidade notórias.
O pianista acompanhou de forma cúmplice Jay Jay Johanson, mas o baterista e o baixista não se entregaram da forma desprendida com que os outros o fizeram. Foram a alma do concerto e poderíam ter estado sozinhos, apenas com o computador como rede de apoio.
O concerto teria sido irrepreensível se o técnico de som não tivesse começado tão mal. O grande auditório não estava cheio nem esgotado, mas as pessoas que estavam na sala eram verdadeiros apreciadores. E foi curioso como Jay Jay os foi conquistando, passando de um acolhimento tímido e frio para uma segunda ovação em pé, numa absoluta demonstração de prazer auditivo.
Pelo caminho ficámos a saber que a memória do sueco para a cronologia dos seus singles é matemática e que foi em Lisboa, a meio do seu último concerto, que descobriu que ía ser pai.
Um fio de músicas foi sendo desenrolado, de forma quase hipnótica. A voz de Johanson prendia o público, com o seu tom tão peculiar, tão pessoal. Uma figura por vezes surreal, mas com uma boa disposição e simplicidade notórias.
O pianista acompanhou de forma cúmplice Jay Jay Johanson, mas o baterista e o baixista não se entregaram da forma desprendida com que os outros o fizeram. Foram a alma do concerto e poderíam ter estado sozinhos, apenas com o computador como rede de apoio.
sábado, junho 16, 2007
quinta-feira, junho 14, 2007
JAY JAY JOHANSON - 21 Junho [CCB]
Dia 21 de Junho, vamos estar na fila da frente para 1h30 s/ intervalo de pop fria :)
Looking forward to it*
+ info
21 de Junho de 2007
21h00 | Grande Auditório
Duração:1h30 s/ intervalo
Looking forward to it*
+ info
21 de Junho de 2007
21h00 | Grande Auditório
Duração:1h30 s/ intervalo
domingo, março 11, 2007
Sia - Breath Me
Começou nos Zero 7 e avançou agora sozinha. Este é o single mais rodado, mas que tem uma brilhante versão dos Photek, que infelizmente não encontrei aqui). O CD é bonzinho.

"A Maldição da Flor Dourada" marca o regresso do realizador das obras-primas visuais por excelência que são os filmes "Herói" e "O Segredo dos Punhais Voadores".
A história em si não apresenta nada de novo, um drama familiar edipiano sem grandes surpresas na trama. Mas o verdadeiro filme é o festival de cores e estética que nos deixa assorberbados com tanta beleza. Os pormenores do vestuário, decoração, cenários, batalhas, armas, máscaras, bebidas, jóias, flores, tapetes, dos 10 mil homens e mulheres que numa sumptuosidade excêntrica recriam a história, deixam-nos sem fôlego para tanto.
Não tocando a beleza subtil e quase angustiante do "Herói"; "A Maldição da Flor Dourada" é quase um retrato arrogantemente técnico e magnânimo do talento de Yimou Zhang.
A coleccionar.A Maldição da Flor Dourada
Título original: Curse of the Golden Flower / Man cheng jin dai huang jin jia
De: Zhang Yimou
Género: Acção, Drama
Classificacao: M/16
Estúdios: Beijing New Picture Film Co.
China/Hong-Kong, 2006, Cores, 114 min.
domingo, março 04, 2007
Happy Tree Friends
Já existem há muitos muitos anos, ainda antes de pensarmos na existência do You Tube, mas hoje em dia a sua popularidade é tanta que até já podemos comprar dvd com peluches na fnac. Para mim sempre foram uma nota de irreverência e sadismo saudável, porque é uma gargalhada contínua... Provavelmente fará confusão a alguns, mas como este blog é uma ditadura cultural eu é que escolho! =]
Não deixem de pesquisar no you tube ou visitar o site oficial e preparem-se para alimentar o pequeno sádico que vive dentro de nós. Vale apena espreitar também as outras séries criadas pelos mesmos autores.
Não deixem de pesquisar no you tube ou visitar o site oficial e preparem-se para alimentar o pequeno sádico que vive dentro de nós. Vale apena espreitar também as outras séries criadas pelos mesmos autores.
sábado, fevereiro 17, 2007
The Greatest [Cat Power]
Uma Fiona Apple mais pop (queria dizer isto desde que ouvi a música a primeira vez e pensava que era efectivamente a primeira...)
Comprei o CD e ultimamente ando a namorá-lo no iPod. Faz-me lembrar os tempos em que ouvia Fiona Apple e Portishead desenfreadamente, quase como um vício dramático.
Um daqueles CDs para aquecer a alma.
quinta-feira, janeiro 11, 2007
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